Não somos as mães perfeitas que o Instagram quer!

 

Fotos lindas em ângulos perfeitos, corpos esculturais e cabelos esvoaçantes. Peles impecáveis, cílios gigantes, unhas pintadas.

Amores de contos de fadas em cenários paradisíacos!

Todos os dias ao navegar em minha rede social preferida, o Instagram, fico encantada com tanta perfeição, tanta felicidade e tanta coisa bacana. Só que não!

Estaria sendo hipócrita se não admitir postar no meu perfil também os momentos que em meu cotidiano me dão um certo prazer em dividir.

A verdade é que por traz de cada sorriso ainda existe a mulher e a mãe:

  • com a unha a fazer;
  • com pés de galinha consequência de meus 41 anos de idade, a pele não mais tão  firme;
  • com minhas crises de ansiedade e saudade da época que trabalhava fora (mesmo certa de que neste momento eu realmente quero estar com as meninas em casa) ;
  • cuidando da casa, das roupas e da comida, cozinhando todos os dias, torcendo para poder viajar um pouco mais para quebrar a rotina;
  • descobrindo a cada dia que muitas idéias e teorias de educação de filhos devem ser repensadas e adaptadas para nossa realidade;
  • tentando se reinventar, valorizar e melhorar como pessoa a cada dia;

O que me leva a escrever e questionar e as vezes até me preocupar é o fato de muita gente realmente acreditar em toda esta perfeição. Em uma vida de conto de fadas. Em um padrão de beleza quase impossível de conseguir na vida real.

Quando decidi escrever o blog e partir para uma linha de defesa do esporte e da mudança de hábitos alimentares, foi realmente com a necessidade de dividir e mostrar que muitos dos meus problemas foram amenizados depois desta mudança de vida. Mas para mim  é muito importante fugir do lado superficial  que acaba  levando para este mar de vaidade e o vazio interior. A aparência exterior deveria refletir nosso íntimo e não ser uma máscara escondendo frustrações, tristezas e problemas que vivemos.

Talvez este mundo virtual seja o escape de todos nós, a vida fantástica dos sonhos, os filhos penteados e comportados brincando, o casal romântico que se ama e não briga, o vinho caro no luxuoso restaurante.

Adoro poder registrar bons  momentos em fotos, adoro também a possibilidade de conhecer um pouco de outras culturas, lugares e pessoas interessantes.

Não acredito em vida perfeita e bem menos em pessoas perfeitas. As vezes me pego sorrindo e imaginando as cenas reais por trás das postagens mais belas.

Com o pé no chão e a cabeça no lugar, sonhar um pouco não deve fazer mal.

Mães e mulheres imperfeitas vamos em busca da superação real e pessoal!

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Um dia na CCXP 2017, mãe e filha

Era quinta feira, 10 da manhã e avistamos de longe uma multidão caminhando sobre o viaduto a caminho da São Paulo Expo. A abertura dos portões da COMIC CON 2017 estava programada para o meio dia.

Luana estava linda com sua peruca longa azul, maquiada e vestida como sua personagem preferida Hatsune Miku .

Quando estávamos aguardando a abertura dos portões, confesso que senti um certo medo ao observar o número de pessoas ansiosas para entrar. Mas logo o medo foi embora.

O evento conta com a expectativa de público de quase 200 mil pessoas e é quase impossível querer aproveitar todas as atrações do evento ou fugir totalmente das filas imensas. Muitos atores, youtubers, blogueiros, cartunistas famosos passam por lá. Espaços de jogos a moda antiga ou tecnólogicos, para todos os gostos.

Ao entrar na Feira cheguei a arrepiar com as primeiras visões dos estandes gigantes. Tudo muito bem montado, organizado e colorido. Fiquei enlouquecida ao ver tantos detalhes para observar e uma trilha sonora para tornar tudo ainda mais épico!

Luana era parada sempre assim como outros Cosplayers para tirar fotografias com os fãs dos personagens. Comemos, passamos por varias atrações e fizemos comprinhas como jogo de RPG e outros. Acabamos não entrando em atrações mais concorridas por conta do tamanhos das filas, mas garanto que mesmo assim, o local garante todo entretenimento para as mães nerds e nossos filhos.

Ficamos algumas horas, o suficiente para rodar o espaço, se divertir e visitar todos os locais que planejamos. Fiquei encantada com a organização, a estrutura e todas aquelas pessoas felizes vivendo seus personagens por um dia.

CCXP 2018, espere por nós e vai ser ÉPICO!

Síndrome do Final de Ano?

Segunda feira de manhã chuvosa, preparei a vitamina das meninas e fui tomar o meu café da manhã escutando as Pílulas do Ricardo Melo, mais acelerada e ansiosa do que o normal. Comecei a pensar o motivo de minha inquietação e só consegui chegar a conclusão de que minha inquietação tem um nome: “DEZEMBRO”.

Fui levar minha filha a aula de teclado e comecei a reparar as pessoas na rua. Moça apressada falando ao celular, rapaz buzinando para o carro que  estava devagar a sua frente.

Stress de fim de ano? Uma Síndrome Coletiva?

Chegou dezembro com suas festas, algumas pessoas,  entram em um período de muita ansiedade e podem chegar a sentir angústia ao se sentirem obrigadas a serem felizes, presentear e confraternizar. Mil compromissos, mil compras e eventos por todo lado. Além das férias escolares e a cabeça a mil para pensar em atividades para não deixar as crianças o dia inteiro por conta da tecnologia.

Hoje consigo identificar os pontos que me causam maior ansiedade, no meu caso, sei que é muito mais por ter que sair de minha rotina, e sei que tudo acaba passando depois do dia de virada de ano.

Para minha surpresa decidi pesquisar sobre o assunto e esse turbilhão de emoções não é privilégio só meu.

São vários os sintomas da Síndrome do Final do Ano  segundo a psicóloga clinica Dra. Patrícia, em matéria para o site Mais Equilíbrio:

“- Alterações de humor ( irritabilidade acentuada podendo alternar com tristeza ou apatia)

– Crises de ansiedade

– Insônia ou sono excessivo

– Alterações na alimentação (perda de apetite ou episódios de compulsão alimentar)

– Fadiga constante

– Dores musculares constantes (contraturas musculares)

– Aumento do consumo de bebidas alcoólicas (não apenas pelos eventos sociais que são promovidos nesta época do ano, mas pela tentativa de minimizar o impacto do estresse que esta época proporciona)

– Diminuição da libido

– Perda do interesse pelas atividades rotineiras (dificuldade para cumprir com a rotina)

– Lapsos de memória, lentidão no exercício das atividades laborais

– Em alguns casos: comportamento hiperativo

– Aceleração e direção agressiva no trânsito e nas ruas”

Lendo mais sobre o assunto no site Psicósmica  a psicóloga Isabela de França completa:

“Com a chegada do final de ano somos tomados por um sentimento de urgência – terminar os projetos iniciados, fazer todas as pequenas coisas que deixamos de lado o ano todo e planejar o próximo ano – e esse sentimento já nos encontra desgastados pelo cansaço e estresse acumulados em um ano de trabalho. 

Nesse clima, é natural que as nossas percepções nem sempre sejam as mais acuradas, e assim, o que deixamos em evidência é o que não conseguimos concretizar, ou seja, a falta e o vazio dos projetos desprezados, não iniciados ou simplesmente que não deram certo.”

Então como explicar que algumas pessoas ficam tão felizes neste clima das festas e outras ficam ansiosas e angustiadas com o fim de ano? Talvez algumas pessoas simplesmente conseguem curtir os momentos sem se aprofundar em pensamentos.

O que tento fazer para diminuir esta sensação é agradecer pelo ano que está passando, mas não sou muito do tipo que faz  muitos planos para o ano que se inicia.

Que tal nos propormos uma coisa diferente então? deixar um pouco deste sentimento negativo de lado e se alguma coisa não deu certo neste ano, pensar que talvez não estivéssemos realmente prontos ou não precisávamos de verdade daquilo.

Se deixamos de realizar algum sonho ou plano por falta de vontade, preguiça ou medo, nascerá uma nova chance deste se concretizar!

 

 

 

Receita Low Carb: Bolo Queijadinha por Chef Paula Couri e Chef Mariana Lisboa

Gosto muito de cozinhar, e cozinho diariamente em casa para a família. Como optei por um estilo de vida mais saudável, faço questão de aprender pratos leves, saborosos e de preferência com ingredientes integrais e com pouco carboidrato.

Tive a oportunidade de participar de curso de culinária Low Carb   com as Chefs Paula Couri  Mariana Lisboa.

Nestes cursos aprendemos passos e técnicas culinárias enquanto as chefs executam algumas receitas e posteriormente degustamos cada uma delas. Uma delicia!

A seguir compartilho uma receita simples e deliciosa Low Carb das Chefs com vocês.

Curiosidade sobre o Queijadinha:  é um típico doce brasileiro, oriundo da culinária portuguesa e um dos poucos que não têm origem nos conventos das ordens religiosas. Essa verdadeira lenda da doçaria tradicional brasileira também recebeu influência da cultura dos escravos africanos. Conta a história que foi um escravo quem substituiu o queijo pelo coco, o que torna o doce dono de uma característica muito peculiar: embora o nome sugira o contrário, não há queijo na sua composição. O doce é típico no sudeste brasileiro.

BOLO QUEIJADINHA

Ingredientes:

  • 3 ovos
  • 1/2 xícara de creme de leite fresco
  • 2 colheres de sopa de adoçante (de sua preferência)
  • 1 e 1/2 de coco ralado
  • 80g de manteiga derretida
  • 1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de Preparo:

Bater todos os ingredientes na batedeira ou com o auxílio de um fouet até ficar homogêneo e em seguida acrescentar o fermento.

Pré aquecer o forno a 180 graus e assar por aproximadamente 30 minutos se for forma única, ou 15 minutos em forminhas pequenas, tipo muffins ou até que fique dourado.

 

Sobre as Chefs:

Paula Couri

Cursou faculdade de nutrição, posteriormente se formou em gastronomia e há 11 anos trabalha com aulas, eventos, treinamentos e consultorias em gastronomia contemporânea, internacional, funcional, low carb, diet e light.

Mariana Lisboa

Formada em gastronomia pela Faculdade Estácio de Sá, trabalha há 9 anos na área de gastronomia com consultorias, eventos e alimentação especial, vegetariana, low carb e fit.

 

 

Minha Lista de Hábitos para Ser uma Mãe Melhor

Em 2011, a pediatra Meg Meeker lançou um livro nos EUA sobre os hábitos das mães felizes. A abordagem do livro “Ten Habits of Happy Mothers: Reclaiming our Passion, Purpose and Sanity” (“Os Dez Hábitos das Mães Felizes: Recuperando nossa Paixão, Propósito e Sanidade”) não é sobre você estar realizada por ter tido filhos, mas se você é feliz como mulher.

Algumas destas dicas estão no meu texto da forma que consigo por em prática, outras dicas fui descobrindo sozinha e resolvi listar, pois durante estes últimos 11 anos de vida que me tornei mãe, estou aprendendo que alguns destes pequenos hábitos e posturas podem fazer uma grande diferença.

Não sou e nem pretendo ser uma SUPER MÃE, mas tento a cada dia me tornar uma versão melhor de mim mesma. Compartilho algumas atitudes que acredito que possam ajudar a nos tornar mães melhores.

  • Tentar dedicar tempo de qualidade aos nossos filhos. Algumas mães estão em casa em tempo integral como eu, outras trabalham fora, mas este ponto se aplica a todas nós. Tentar usar menos o telefone, ou qualquer tecnologia quando estiver com eles. Perguntar e escutar de verdade sobre o dia na escola, sobre as amizades, planos para o futuro. Assistir filmes e séries juntos. Criar trabalhos manuais e sentar para fazer junto. Eu nunca gostei de brincar de bonecas, fazer arte sempre foi a melhor opção para preencher esta minha dificuldade.
  • Não se culpar por seus defeitos e fraquezas o tempo todo.Toda mãe sempre carregara alguma culpa, as que trabalham fora, se culpam muitas vezes pela ausência, no meu caso muitas vezes me culpei por não estar financeiramente ativa, por ser ríspida e dura no modo de falar com elas. Em fim, quando vem a culpa, tento ser menos cruel comigo mesma e me policiar tentando melhorar naquilo que pode ser trabalhado naquele momento.
  • Não se comparar com outras mulheres, mães e esposas. Somos as melhores mães que nossos filhos poderiam ter.  Todas nós fazemos nosso melhor no dia a dia e educamos por amor. Levo este hábito para tudo mais em minha vida. Somos únicas.
  • Manter atividades e amizades que nos fazem bem. Não abro mão de meu CrossFit e de amigos que me fazem rir e crescer. Quando abrimos mão acabamos descontando de alguma forma em nossos filhos.
  • Cultivar a fé e espiritualidade. Não falo em religião aqui. Cada um tem sua fé. Mas o habito e o cultivar estes valores dentro de casa com os filhos nos dá segurança e força para sustentar a família.
  • Não se sobrecarregar. Decidi ser dona de casa e mãe, tenho mil afazeres em casa e com as meninas, me sinto cansada como qualquer pessoa, e tenho pouco tempo para minhas coisas. Quando o marido esta em casa ele me ajuda, e eu peço e aceito a ajuda sem dor na consciência.
  • Saber o valor que eu tenho. Sei que mães como eu, tendem a ser julgadas por não estar trabalhando fora, tendo uma carreira. Mas sei do valor do trabalho que tenho em meu lar. Não podemos esperar este reconhecimento externo, pois muitas vezes não teremos. Os bons frutos que colhemos com nossos filhos fazem tudo valer a pena.
  • Fazer as refeições com calma na mesa. Nada de comer com tablet, televisão ou qualquer distração. Reunir a família para conversar sem interrupções é muito importante para nós.

Para ler mais: Revista Crescer

Ela tem a Força : Maternidade e MMA por Cristina Yukie

Quero apresentar mais uma amiga que me inspira como mulher, mãe e esportista. Nos conhecemos há mais de 25 anos. Hoje com dois filhos está mais bonita e em forma do que no passado. Sempre que possível pretendo trazer textos como este, escrito por Yukie, para mostrar que podemos e devemos conciliar a maternidade a pratica de esportes. 

“Meu nome é Yukie, tenho 42 anos, sou casada há 17 e tenho 2 lindos filhos, Lucas de 13 e Gabriel de 9.
Quando recebi o convite da Carol, confesso que pensei: “Será que eu tenho algo a dizer, será que vou conseguir escrever?”
Bom, vamos lá. O esporte sempre esteve presente na minha vida, sempre fui muito ativa no colégio, jogava handball, volleyball, fazia balé, jazz e natação. Nunca fui competitiva, sempre fiz esporte pelo simples prazer de manter o corpo em movimento.
Durante a faculdade, fazia todas as aulas que inventavam na academia, aeróbica, step, aerostep, aerobahia, bodypump, musculação…
Depois que me casei e fui mãe, as coisas mudaram um pouco, ou melhor, muito. Não tinha mais forças e nem ânimo para toda essa agitação. O que eu mais queria era um tempo para dormir. Meus filhos sempre acordaram a noite toda para mamar e isso me deixava exausta. Mal sabia eu, que essa falta de vitalidade estava ligada à falta de exercícios.
Até que um dia me animei e desci na academia do prédio para dar uma caminhada na esteira. Quando vi todos aqueles aparelhos que um dia fizeram parte do meu dia-a-dia e naquela hora me pareciam tão estranhos, me deu uma tristeza! Mas fui em frente, cada dia um pouco e no outro um pouco mais. A minha resistência física foi melhorando e a medida de ela aumentava, eu me animava.
Há 5 anos, estava correndo na esteira da academia do meu prédio e de olho em uma aula de Muay Thai  que estava acontecendo no mesmo espaço. Como quem não quer nada, fui perguntar como funcionava e pronto! Já não tinha mais volta!
Comecei tendo 1 aula por semana com um Personal Fighting de MMA, e agora treino praticamente todos os dias em um clube de luta aqui em Porto Alegre e faço yoga para me alongar.
Nunca me senti tão bem e em forma.
Encontrei na luta o meu ponto de equilíbrio. Saio do treino uma nova mulher todos os dias.
O inevitável se torna mais prazeroso quando escolhemos um bom caminho. Gosto do meu corpo, do meu rosto e da maneira que escolhi para envelhecer.
A maternidade nos faz mudar, mas nada impede que seja para melhor. Hoje sou mais ponderada, um pouco mais calma, penso antes, reflito mais, sou mais amorosa, mais preocupada, mas tudo isso fora do ring, pois lá dentro, como disse acima, sou outra pessoa!”

Instagram: @cyukie

Habilidades de Mãe

Sentada agora na frente do notebook, deu vontade de escrever. Contar um pouco de um dia que para muitas mães não terá novidade alguma.

Acordei e comecei o dia arrumando a casa. Cada dia começo por um cômodo diferente, para quebrar a rotina, e a rotina não me quebrar. Fiz nosso almoço, e agora com a novidade da filha mais velha ter decidido virar vegetariana, ficou bem mais desafiador tentar balancear a dieta até o dia da consulta com o nutrologo.

Lavar a louça, brigar com as meninas para sair do tablet, depois da frente da TV. Sem muita novidade para um dia de dona de casa.

Após arrumar um fio desencapado de abajur, fiquei pensando sobre quantas habilidades tenho desenvolvido após minha carreira de mãe e de dona de casa.

  1. Habilidades em negociação: estou com uma filha pré adolescente, sobrevivi a duas passagens pelo “terrible two” madrugadas em claro com meninas querendo vir para minha cama e o marido nervoso com a situação, estou cada dia mais afiada e pronta para negociar qualquer coisa.
  2. Habilidade de sobrevivência em situações extremas: experimentei passar noites em claro, estando muito gripada, sem marido, sem ajudante e tendo que cuidar de duas crianças e uma lista de afazeres domésticos para realizar naquele mesmo dia e sobrevivi.
  3. Habilidades de Gerente de Planejamentos: Após alguns anos de prática posso citar um pequeno exemplo bem simples que diz tudo: uma viagem em família, onde tenho que calcular cada lanche fora de hora, roupas e eventuais mudanças climáticas que poderão ocorrer, medicamentos, dinheiro para cada dia. Planejo também o calculo da ração dos gatos para os dias que receberão a visita do tratador, a lista com a quantidade de água e os dias que as plantas deverão ser regadas e muito mais.
  4. Habilidade Financeira: Aprendi a segurar cada centavo gasto no supermercado, escola e lazer, anotando todas as despesas e gastos para não ultrapassar a meta estudada com o marido.
  5. Habilidades de Informática: Por necessidade e segurança, estou cada dia aprendendo mais sobre este mundo. Hoje sei instalar e usar filtros de navegação,  aplicativos, jogos e redes sociais, por segurança e vontade de falar a mesma língua que minhas filhas.

Poderia listar muito mais, mas como neste momento não estou planejando voltar a trabalhar fora, vou parar por aqui. Pode ser que algum caçador de talentos leia meu post, faça alguma proposta e eu fique tentada a aceitar. Meu lar precisa de mim.

Brincadeirinha!